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 Com o ouvir dos meus ouvidos ouvi, mas agora te vêem os meus olhos. Por isso me abomino e me arrependo no pó e na cinza.

Por isso diz: Desperta, tu que dormes, e levanta-te dentre os mortos, e Cristo te esclarecerá. Portanto, vede prudentemente como andais, não como néscios, mas como sábios (Efésios 5.14-15)

Sem dúvida alguma, a instituição familiar encontra-se presente em todas as sociedades e culturas. Muitas são as formas em que se manifesta ou se organiza, mas, essencialmente, ela está sempre presente marcando a sociedade. Para alguns, é o elemento primário da sociedade. Para outros, apenas mais uma forma de convívio social, não mais importante que tantas outras formas presentes. Fato é que sua presença nos mais diferentes tipos de culturas ao redor do mundo e em todas as eras demonstra cabalmente sua relevância.

No final do século XIX experimentava-se no ambiente europeu a ideia de que o homem havia chegado no seu apogeu da civilização. Circulava a sensação de que os males da humanidade haviam sido deixados em épocas anteriores. O homem havia construído um mundo moderno, rico, repleto de tecnologia e sofisticação, o que lhe proporcionava uma visão superestimada de sua realidade.

A esperança de nossa nação não é um candidato à presidência, mas sim o estabelecimento do Deus Yahweh, como seu único Deus,

Vivemos em um período histórico no nosso país onde gozamos de liberdade religiosa, temos facilidades para demonstrar nossa fé e nem de longe podemos dizer que sofremos perseguições por causa do nome de Cristo. Essa aparente calmaria distrai nossa visão e não nos permite perceber que nem sempre foi assim.

Neemias se compadeceu do povo quando ouviu o relato de seu irmão e essa compaixão de Neemias aponta para alguém que está disposto a executar sacrifício pelas vidas, sem querer algo em troca.